ATIVIDADE: Trabalho Escravo Contemporâneo: práticas e imaginários coloniais em Mato Grosso do Sul
LOCAL: E.E. Vilmar Vieira Matos
OBJETIVOS:
·
Geral:
o
Compreender
a dinâmica do trabalho na contemporaneidade e os desafios para a eliminação do
trabalho escravo.
·
Específicos:
o
Discutir a organização social do trabalho na
história da formação da sociedade brasileira aos dias atuais;
o
Identificar
os setores em que há o predomínio do trabalho escravo e o perfil (classe/gênero/raça)
desses(as) trabalhadores(as) do Brasil e do estado de Mato Grosso do
Sul;
o Analisar os discursos
em torno dos povos indígenas de Mato Grosso do Sul em relação ao trabalho e as
transformações do espaço social que (re)produziram no imaginário social
sul-mato-grossenses estereótipos étnicos.
METODOLOGIA/DESENVOLVIMENTO:
Atividade expositiva e dialogada, onde os(as)
bolsistas iniciarão apresentando uma (1) imagem de uma carteira de trabalho
questionando os(as) alunos(as) sobre a sua representatividade – conquista de
direitos trabalhistas e a anulação para alguns
setores/atividades/trabalhadores(as). Em seguida apresentaremos o contexto
histórico de abolição da escravidão, os direitos trabalhistas e as suas
configurações/faces na contemporaneidade, de modo a promover o debate entre
os(as) alunos(as) sobre qual era a dinâmica do trabalho no Brasil Colonial,
quem eram escravizados e as atividades, qual foi o destino dessa população após
abolição, os principais direitos conquistados na Legislação Trabalhista desde a
década de 30, se existe ou não trabalho escravo ainda no Brasil, e se existir,
em quais atividades há um maior predomínio e qual é a população mais
vulnerável. Com base nos questionamentos, apresentaremos os dados estatísticos
da fiscalização de erradicação do trabalho escravo do Ministério do Trabalho e
Previdência Social realizando um recorte entre os anos de 2006 a 2015. Os dados
serão apresentados, inicialmente, nos números de ocorrências no contexto geral
brasileiro e, por fim, especificamente os casos registrados no Mato Grosso do
Sul. E partir dos dados, sustentaremos a tese de que ainda existem trabalhos em
situações análogas a de escravidão, sobretudo, no nosso contexto regional com o
predomínio da atividade do agronegócio. Sob o imaginário “de que o trabalho
escravo é aquele que acorrenta”, serão apresentados casos de trabalhadores
indígenas em situação de escravidão contemporânea no Mato Grosso do Sul,
demonstrando as condições de trabalho e os estereótipos étnicos (re)produzidos
no contexto sul-mato-grossense. Ao final da atividade, espera-se que os(as)
alunos(as) da Educação de Jovens e Adultos identifiquem a importância do olhar
sociológico para a compreensão da sua realidade social e a desconstrução dos
estereótipos associados aos povos indígenas da região.
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ATIVIDADE: O processo de colonização no sul do estado de Mato Grosso do Sul e os impactos sobre povos indígenas
Local: E.E. Ministro João Paulo dos Reis Veloso
Objetivo geral:
Apresentar
as diferentes frentes de colonização no sul de MS, seus interesses, e impactos sobre
os povos indígenas, mais especificamente, os Guarani e Kaiowá.
Objetivos específicos:
Conhecer
as frentes colonizadoras, ajustadas ao projeto nacional de colonização e “ocupação”
das fronteiras brasileiras, como o Barão de Antonina (1846), a Cia Matte
Laranjeiras (1880 – 1940), e a Marcha para o Oeste feita pelo governo de
Getúlio Vargas, quais os motivos e interesses para tal colonização, e as
consequências sobre os indígenas que viviam nessa região no processo de
colonização.
Metodologia:
Para
começarmos vamos entregar/ler uma poesia do autor sul mato-grossense Emmanuel
Marinho, com o título: Genocídio; sabendo que os alunos já tem uma
experiência/ideia própria sobre a questão indígena, a intenção de apresentarmos
primeiro a poesia, é de que os alunos tragam à tona suas lembranças e
percepções sobre os indígenas atuais, não ignorando o conhecimento já
construído de cada um sobre o tema. Partiremos da linguagem “poesia” para
refletir sobre a situação atual dos indígenas, e como, através do processo de
colonização, eles chegaram a tais condições.
Sobre
o processo de colonização, pontuamos três “frentes colonizadoras”, a primeira a
mando do Barão de Antonina (1847), que tinha a intenção de “civilizar” – os índios
– e povoar essa região – sul de MS; a chegada da empresa extrativista Cia Matte
Laranjeira (1880 – 1940); e a Marcha para o Oeste, realizada pelo governo de
Getúlio Vargas para povoar e industrializar o “sertão”.
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FOTOS DA ATIVIDADE
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ATIVIDADE: A questão indígena e a luta pela terra
Local: E.E. Antonia da Silveira Capilé
Objetivo: O objetivo da
atividade foi abordar elevantar um debate sobre a temática indígena nas turmas
de segundo e terceiro ano do ensino médio. Essa abordagem foi orientada em
torno da contextualização histórica do processo de colonização da região de
Dourados e cone sul de Mato Grosso do Sul e do processo de desterritorialização
das sociedades indígenas com a formação das reservas indígenas. Através da
contextualização histórica da espoliação das terras indígenas pelo processo de
colonização foi levantado o debate sobre a questão atual da luta pela terra no
Mato Grosso do Sul.
Metodologia:A oficina foi
desenvolvida a partir da exposição do tema e através das questões levantadas
pelos alunos e pelas alunas durante a atividade. A exposição do tema foi feita
através de slides, fotos e dados estatísticos relacionados à temática
discutida.
Resultados: Através dessa atividade foi possível perceber
certa resistência dos alunos e das alunas com relação ao tema. Na maioria das
turmas foi bastante marcante a presença de ideias que colocam as sociedades e
os grupos indígenas em condição de subalternidade. Mas, por outro lado, é
possível notar o envolvimento de alguns alunos e alunas com o tema a partir do
questionamento dessas ideias. A atividade mostrou o desafio de trabalhar a
temática indígena na escola no sentido de desconstruir as ideias que contribuem
para subalternização e legitimação da opressão dos povos indígenas.
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ATIVIDADE: Painel comemorativo dos 40 anos da Escola Estadual Antonia da Silveira Capilé
Local: E.E. Antonia da Silveira Capilé
Neste
ano de 2016 a Escola Estadual Antônia da Silveira Capilé completa 40 anos. Para
comemorar a data, a equipe da escola criou o Projeto Capilé 40 anos, carro
chefe das atividades a serem desenvolvidas por todas as áreas de conhecimento
do currículo dos alunos. Várias atividades forma planejadas para serem
executadas durante o ano, como Concurso para slogan e frase do projeto,
pesquisas sobre a educação ao longo das décadas desde a criação da escola na
década de 70, atividades relacionadas a área da saúde para conscientização
(Combate à dengue), Caminhada, visita de ex-alunos da escola, entre outras. Em
parceria com a escola o projeto Pibid tem apoiado as atividades e contribuído
para suas execuções. O Pibid Ciências sociais colaborou com as atividades de
pesquisa sobre educação, apresentou oficinas e confeccionou um painel sobre a
História de vida da Patronesse da escola, Sra. Antônia da Silveira Capilé.
Objetivo:
A
finalidade dessa atividade foi atender à solicitação da escola da participação
do Pibid de Sociologia na elaboração de atividades comemorativas do aniversário
de 40 anos da escola. A atividade foi desenvolvida através da confecção de um
painel que abordou o protagonismo feminino na história com o objetivo de
levantar um debate sobre a questão de gênero. Através de textos e imagens o
painel mostrou a participação de várias mulheres na história e em especial a
história de Antônia da Silveira Capilé, nome que leva a escola. Além disso, a
partir do tema “o protagonismo feminino na história” abordamos no painel um
glossário de termos do feminismo, com o objetivo de colocar em evidência
algumas formas de opressão feminina.
Metodologia: Para a
confecção do painel foi realizada uma pesquisa sobre algumas personalidades
femininas e, em especial, sobre a biografia de Antônia da Silveira Capilé, bem
como sobre alguns termos do feminismo como sororidade, empoderamento, machismo,
patriarcado, mansplaining, manterrupting, bropriating etc.
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ATIVIDADE: OFICINA COM A TEMÁTICA INDÍGENA
Local: E.E. Presidente Vargas
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PLANO DE ATIVIDADE



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